“Quem aí gosta da Jovem Pan?”

Uma reportagem de Ana Clara Costa publicada na edição de agosto da piauí revela os bastidores da radicalização política ocorrida na Jovem Pan e como se deu a decisão da emissora de apoiar deliberadamente qualquer narrativa defendida pelo governo de Jair Bolsonaro, inclusive a desconfiança sobre a urna eletrônica. A tentativa de descredibilizar instituições que se contrapõem ao ímpeto golpista de Bolsonaro, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também entrou na ordem do dia da programação da rádio. Os interesses da Jovem Pan, conforme mostra a reportagem, passam ao largo do ofício do jornalismo, concentrando-se apenas na busca pela audiência da extrema-direita para faturar com anúncios no YouTube.

A reportagem revela uma análise de dados inédita feita pela consultoria Novelo Data sobre a radicalização do discurso no Pingos nos Is, o programa de maior audiência da Jovem Pan. O relatório aponta a

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