Cores novas na América Latina

Na última semana de julho a vice-presidenta eleita da Colômbia, Francia Márquez, esteve no Brasil e quase não foi notada pela grande imprensa brasileira. Francia Márquez se tornou um símbolo da democracia na América Latina mesmo antes de ser eleita na chapa com Gustavo Petro, em junho de 2022. Duas semanas antes das eleições na Colômbia, na Clacso (Conferencia Latinoamericana y Caribeña de Ciencias Sociales), realizada no México, não se falava de outra coisa senão das chances eleitorais de Márquez e Petro, além do possível retorno de Luiz Inácio da Silva à Presidência da República. 

Das mesas de bar às reuniões dos mais de noventa grupos de pesquisa que se reuniram na capital do México, Brasil e Colômbia eram os assuntos mais importantes. O evento discutiu “As tramas das desigualdades na América Latina e no Caribe” na Universidad Nacional Autónoma de México (Unam), sob a organização da Clacso, o Conselho

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