Kim Kataguiri, do MBL, reduz política a um quadro ruim de programa de auditório

Quem viveu o final dos anos 1990 se lembra da Tiazinha, a personagem que depilava homens na televisão no programa de Luciano Huck. Era um quadro machista e misógino, mas serviu para fazer a audiência bombar e Huck iniciar o caminho que lhe permitiu chegar a aspirante a presidenciável.

Trinta anos depois, a depilação em rede nacional não deixou de ser constrangedora. Mas políticos do Movimento Brasil Livre prometem fazer isso e outras coisas igualmente estúpidas na internet, em troca de doações em dinheiro para suas campanhas eleitorais.

É o caso de Kim Kataguiri, do União Brasil, que busca se reeleger deputado federal por São Paulo. Kataguiri diz ter orgulho de não usar o fundo eleitoral – dinheiro público destinado a financiar parte das campanhas políticas. Para 2022, são cerca de R$ 5 bilhões.

Post da coordenadora do MBL e pré-candidata a vereadora de

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