Empresário e ex-fiel: ‘Eu lavei dinheiro e fui condenado. A Universal, não’.

Foi aos oito anos de idade que o empresário Michel Pierre de Souza Cintra pisou pela primeira vez em um culto da Igreja Universal do Reino de Deus, levado pela mãe. Inspirado pelo discurso religioso de prosperidade, Cintra construiu um império do comércio eletrônico – chegou a ter 12 empresas –, mas afundou do mesmo jeito que emergiu.

Aos 40 anos de idade, ele está na Penitenciária de Tremembé, no interior paulista, onde cumpre sentença a mais de 70 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, crimes contra as relações de consumo e associação criminosa. Sua mulher, Viviane Boffi Emílio, também cumpre pena de quase 68 anos de reclusão em uma das duas penitenciárias femininas da cidade. De dentro da cadeia, onde está desde 2016, Cintra disse ao Intercept que, sozinho, doou mais de R$ 20 milhões

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