Ao Intercept, Cremesp afirma que falar em violência obstétrica é ofender médicos

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo enviou ao Intercept uma resposta à nota publicada ontem neste blog. No texto, mostramos como o Cremesp acionou a OAB-SP contra uma advogada por ensinar mulheres a identificar, prevenir e denunciar a violência obstétrica. Segundo o conselho, isso configura uma “evidente” ofensa à categoria médica. Horas depois, recebemos uma nota do órgão, que reproduzimos aqui em sua íntegra, seguida de comentários:

Sobre o envio de ofício à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), referente a curso sobre “violência obstétrica” e “parto humanizado”, que seria ministrado pela referida advogada, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) esclarece, em primeiro lugar, que em nenhum momento teve o intuito de cercear a liberdade de expressão da profissional ou de deslegitimar seu trabalho frente à advocacia, mas sim, de chamar a atenção para os riscos do uso da expressão “violência obstétrica”.

O

Continue lendo no The Intercept.