“Aqui é a América, filho da puta”: testemunhas descrevem homicídio de migrante mexicano por patrulha fronteiriça dos EUA

Homens que estavam viajando com Carmelo Cruz Marcos, um migrante mexicano de 32 anos que foi baleado e morto por um agente da Patrulha de Fronteira no sul do Arizona, no início deste ano, disseram aos investigadores que o agente e seus colegas aparentemente adulteraram evidências e inventaram uma história para encobrir o caso após o incidente fatal.

Após meses de silêncio a respeito do caso, a Promotoria do Condado de Cochise anunciou em 9 de maio que não tinha provas suficientes para apresentar acusações contra o agente da Patrulha da Fronteira, Kendrek Bybee Staheli, pela morte ocorrida em fevereiro, e que as ações do agente pareciam justificadas sob as leis de autodefesa do Arizona. Dois dias depois, o Departamento do Xerife do Condado de Cochise, o principal órgão local que investigou o caso, divulgou um arquivo de 28 páginas que serviu de base para a decisão do promotor.

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