Novo presidente do CFM acredita que Bolsonaro 'se desdobrou' no enfrentamento à pandemia

Mauro Ribeiro deixou a presidência do Conselho Federal de Medicina no início deste mês, mas a ideologia bolsonarista que tomou o órgão durante seu mandato não deixará o CFM tão cedo. No lugar do cirurgião-geral, tomou posse o ginecologista José Hiran da Silva Gallo, admirador confesso do “capitão Bolsonaro”, como se referiu ao presidente em um artigo que comemorava sua vitória em 2018.

O texto – curiosamente publicado no site do Conselho Regional de Medicina de Rondônia, embora nada tenha a ver com o exercício da profissão – entrega o encantamento de Gallo pelo ex-militar já no título, “A esperança venceu o medo”. Em uma demonstração gritante de elitismo, o atual presidente do CFM avalia que, por ter sido mais votado pelos mais pobres, Haddad teve um desempenho “estritamente ligado à existência de um quadro agudizado pela carência”. Já Bolsonaro, que liderou entre os mais ricos, teria contado com os

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