O Twitter já é um lugar horrível, e nós podemos provar

A compra do Twitter pelo multibilionário Elon Musk, dono da fabricante de carros elétricos Tesla e da SpaceX, anunciada ontem, 25, apavorou a comunidade tuiteira. Muitas análises pipocaram: a compra pode piorar o diálogo institucional da empresa com autoridades brasileiras, resultar na chegada de um botão de editar postagens, dar transparência aos algoritmos, pode incorporar um modelo de liberdade de expressão sem limites.

Eu vou focar nesta última.

Se realmente Musk aplicar os seus conceitos de liberdade de expressão sem limites – que considera são elogiados por gente da estirpe de Jair Bolsonaro –, imagina-se que o Twitter pode mudar a maneira como modera conteúdo. A rede social tem uma longa lista de regras sobre discurso, que proíbem, por exemplo, ameaças, ódio e desinformação.


O ex-presidente dos EUA Donald Trump, por exemplo, foi banido da rede social no começo

Continue lendo no The Intercept.