Bolsonaro se isolou como o maior líder antivacina do mundo

Foto: Andressa Anholete/Getty Images

“As vacinas matam! Não tomem elas. Esses idiotas são tão ingênuos. Eles estão todos se vacinando”, disse Cirsten Weldon, uma famosa influencer da extrema direita americana obcecada em gravar vídeos atacando as vacinas e disseminando as teorias conspiratórias do Qanon.

A militante abraçava as conspirações com fervor religioso e chegou a defender o enforcamento de Anthony Fauci, o epidemiologista-chefe do governo americano. Contrariando as evidências escancaradas de que as vacinas salvam vidas, Weldon não se vacinou e morreu dias após dizer que as “vacinas matam”.

O crescimento do movimento antivacina no mundo foi impulsionado em boa parte pela extrema direita. Em meados de 2019, antes do início da pandemia, escrevi uma coluna alertando para o casamento

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