O jornalismo contemporâneo usa rótulos ultrapassados

(Foto: Bank Phrom/Unsplash)

O jornalismo brasileiro precisa se dar conta de que está usando rótulos velhos para tentar identificar ou descrever novas situações e personagens políticos. Trata-se de uma prática que se automatizou na rotina diária do jornalismo e que começa agora a esbarrar na complexidade do nosso cotidiano neste início da era digital.

A lista de exemplos é grande, mas alguns rótulos aparecem com mais frequência na cobertura diária, como as dicotomias direita/esquerda, capitalismo/comunismo e estado/sociedade civil. São categorias surgidas no século passado, cujo significado está associado a situações e personagens que já viraram história, mas que apesar disto ainda continuam sendo usadas mesmo tendo perdido sua base na realidade atual.

O caso da classificação esquerda, centro ou direita ainda é padrão na maioria dos jornais, revistas

Continue lendo no Observatório da Imprensa.