A reinvenção dos velhos repórteres estradeiros e o futuro da reportagem

(Foto: Wellphoto / Getty Images Pro)

Não estou puxando a brasa para o meu assado. Mas o somatório de uma série de fatores econômicos, culturais e principalmente tecnológicos deu uma sobrevida profissional interessante aos velhos repórteres estradeiros. Os argumentos que vou utilizar para justificar essa afirmação que fiz não são opiniões. São fatos que estão disponíveis nas páginas dos noticiários, em estudos publicados por universidades e em conteúdos de palestras de gente especializada no assunto. E, claro, tem uma pitada de conversa de boteco. Afinal das contas, estamos falando sobre o exercício da profissão de jornalista. Antes de enfileirar os fatos, vou dar uma explicação que facilitará a vida dos leitores que não são jornalistas e dos jovens colegas. Vamos à explicação. Nas redações dos tempos das máquinas de escrever

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