“Uma mulher preta pode ser empresária tanto quanto qualquer pessoa”

A microempresária Luciana da Cruz, 50 anos, cresceu no meio do samba. Seu pai era Dráuzio da Cruz, fundador da Império do Samba em 1955, escola tetracampeã do estado de São Paulo. O sambódromo de Santos leva seu nome. Luciana cresceu em uma família de lideranças pretas. Já trabalhou em salão de beleza, telemarketing e como auxiliar de cozinha. Aos 40 anos, se formou em gestão logística para atuar no sistema portuário da região, mas não conseguiu oportunidades de emprego. Foi trabalhar na área da cultura e do artesanato, paixão que carrega desde pequena. Em 2019, fundou o Coletivo AfroTu, que tem como objetivo resgatar e valorizar a identidade afro-brasileira e fortalecer a economia criativa da região. À piauí, ela fala sobre as raízes familiares no samba e os obstáculos que passa por ser uma mulher preta empreendedora.

Em depoimento a Amanda Gorziza

 

Eu sou filha de um sambista

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