A Amazônia em alerta vermelho

Se o desmatamento nas áreas críticas da Amazônia não cessar já, a floresta pode atingir um ponto de inflexão a partir do qual não será mais capaz de se recuperar da degradação causada pela ação humana, com perdas irreparáveis para a biodiversidade, para o regime de chuvas no continente e para o clima global. O alerta é do Relatório de Avaliação da Amazônia, a mais abrangente compilação de estudos científicos já feita sobre o bioma, lançada na sexta-feira, último dia da Conferência do Clima de Glasgow, a COP26.

A recomendação dos cientistas é que os países amazônicos promovam a moratória imediata do desmatamento na Amazônia. “É preciso cessar o desmatamento e promover a restauração das áreas já degradadas”, resumiu a ecóloga Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília. Bustamante integra o comitê científico do Painel Científico para a Amazônia, que organizou o relatório, e é uma das palestrantes do evento

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