As redações estão ficando menos racistas e machistas?

Hoje, nosso texto começa com um rápido exercício de memória. Se voltarmos 20 anos no jornalismo brasileiro, vocês, leitores, profissionais ou não da comunicação, conseguem lembrar de quantas/os/es jornalistas negras/os/es ocupavam cargos nas redações pelo país ou eram repórteres e apresentadoras/res de TV? E quantas vezes vocês liam, ouviam ou assistiam reportagens que abordavam temas como feminicídio, racismo, lgbtfobia, questões indígenas, entre outras temáticas relacionadas à diversidade e à igualdade? E, atualmente, é mais fácil de se lembrar de profissionais e de temáticas nos nossos jornais, telejornais, podcasts, rádios, internet relacionados a negritude, periferia e gênero?

Essa facilidade de recordar se deve ao fato de que a grande imprensa no Brasil está, realmente, tratando de pautas mais relacionadas ao debate de gênero e raça no país, bem como tem dado sinais de sensibilidade à importância da ocupação dos espaços de trabalho e de comunicação de corpos anteriormente invisibilizados no tecido

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