Paulo Freire vive no jornalismo feito sobre, para e a partir das periferias e favelas brasileiras

Foto: O Barquinho Cultural, 2021.

Não é só no meio acadêmico que as homenagens ao centenário de Paulo Freire acontecem. No jornalismo, elas também estão presentes, sobretudo naquele praticado pelas populações periféricas e faveladas, a quem a educação freiriana foi dedicada. Em reportagem publicada no último mês, o portal jornalístico Periferia em Movimento (SP) afirmou que os “estudos do educador seguem muito atuais e presentes nas práticas cotidianas nas escolas, nas culturas populares e movimentos sociais que estão nas quebradas e favelas do Brasil”. Compartilho do mesmo entendimento ao observar atualmente o modo de agir do Jornalismo profissional feito sobre, para e a partir desses contextos.

Desde o início da pandemia da Covid-19, é possível identificar clara relação entre a metodologia freiriana e o modo de atuação de diferentes iniciativas jornalísticas feitas por Sujeitos

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