A uberização da TV Globo sinaliza uma nova realidade no jornalismo

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A pandemia do coronavírus acelerou o ritmo da uberização do jornalismo e da teledramaturgia da TV Globo com a transformação dos contratos de trabalho de repórteres, editores, produtores, atores, atrizes, diretores e roteiristas. O novo modelo segue o padrão implantado pelo sistema Uber para motoristas de aplicativos e que, a cada dia, ganha mais adeptos em diferentes áreas da nova economia digital.

Ao não renovar contratos de profissionais mais antigos, e até mesmo alguns que ainda estão no início da carreira, o jornalismo global aposta no modelo em que a emissora se livra da maioria dos custos e riscos impostos pela legislação trabalhista atual. Ao mesmo tempo, a empresa aposta na pejotização de repórteres, editores e produtores, ou seja, a transformação dos profissionais em pessoas jurídicas (PJ), por meio da criação de

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