“Apagamos pessoas trans do nosso cotidiano”

Um dia, no trajeto de casa para a Universidade Federal do Pará (UFPA), Rafa Moreira decidiu descer numa parada de ônibus da BR-316 em Belém, ponto de prostituição de travestis e mulheres trans, para entender melhor a vida delas. Desde então começou a retratar os rostos daquelas mulheres em acrílico sobre tela. A partir dali, Moreira não só transformaria aquelas mulheres no assunto principal de seu trabalho como também se descobriria como travesti. Formada em artes visuais, há dois meses ela trocou a capital paraense pelo Rio de Janeiro para agarrar a oportunidade de uma residência artística. Oito de suas obras estão expostas na ArtRio, dividindo espaço com artistas consagrados. Os próximos passos são pesquisar e retratar travestis cariocas.  

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Em depoimento a Lianne Ceará

 

Nasci em 1996, numa família não necessariamente conservadora, mas com muitas limitações relacionadas a questões

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