Arrogância do ministro Rosário na CPI da Covid lembrou os construtores do Titanic

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

A história é velha e muito conhecida. Lembrei-me dela na quinta-feira (21/09), quando vi o depoimento do ministro Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União (CGU), na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 no Senado, a CPI da Covid. Ele respondeu as perguntas dos senadores misturando arrogância, cinismo e grosseria. A arrogância do ministro lembrou-me a dos construtores do Titanic, que venderam a ideia de que o navio não poderia afundar. Na primeira viagem, entre Southampton, na Inglaterra, e Nova Iorque, Estados Unidos, entre a noite de 14 e a madrugada de 15 de abril de 1912, o luxuoso transatlântico bateu em um iceberg, no Atlântico Norte, e afundou matando 1.496 dos 2.228 passageiros e tripulantes. Graças à arrogância dos construtores o Titanic tinha apenas

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