Poupando energia, aumentando emissões

Desde o fim de agosto, trechos da hidrovia Tietê-Paraná, uma das mais importantes do país, estão paralisados. Neles, o nível da água está tão baixo que não permite a passagem das embarcações de forma segura, sem o risco de encalhar. A hidrovia conecta estados do Centro-Oeste a portos importantes de São Paulo e corta a principal bacia hidrográfica da região Sudeste, a do Rio Paraná. Por essa rota são escoados produtos brasileiros para exportação, como soja e milho. Interditar uma hidrovia como a Tietê-Paraná pode causar um prejuízo estimado em 3,5 bilhões de reais até o fim de dezembro, levando em conta a renda dos municípios à margem da hidrovia e a dos pescadores. Segundo o presidente da Federação de Pescadores e Aquicultores de São Paulo, Edivando Soares, algumas partes do Tietê secaram tanto que a borda do rio encolheu. “Os pescadores estão com menos espaço para trabalhar e estão

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