Bolsonaro e a carta, como contaria o Pasquim

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

E se a carta de Bolsonaro pedindo desculpas ou perdão foi só encenação para durar algumas semanas? E se Bolsonaro for engolido por Michel Temer, cuja tranquilidade poderia apagar o incêndio do ódio lançado no país pelas redes de fake news bolsonaristas?

Nas manifestações do Sete de Setembro, Bolsonaro proferia ameaças e impropérios contra o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes. Cuspia fogo e quando abria a boca se podia ver mesmo as profundezas do inferno, cujo calor do momento aumentava com o combustível das redes do ódio. No seu delírio do poder, se julgava o rei, o déspota, ou ditador todo poderoso.

Mas seus vassalos não eram guerreiros de lança nas mãos, montados em cavalos de raça. Na maioria, eram simples motoristas dirigindo os enormes

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