América Latina: onde a discriminação contra as mulheres também não é uma exceção

Tal como temos visto por meio da imprensa mainstream, a condição da mulher afegã está no centro das preocupações do Ocidente e do Extremo-Ocidente. O Extremo Ocidente, especificamente a América Latina, têm posado como modelo que contrasta consideravelmente com a realidade afegã. Se pode dizer o mesmo, em relação à América do Norte e a Europa.

Não discutiremos aqui a natureza da ligação entre a intervenção armada ocidental em Cabul e a situação da mulher afegã, o que teria sido feito, segundo o jargão intervencionista, com vistas a uma “mudança de regime”. Também não trataremos da primazia concedida a essa questão quando da retirada militar dos ocidentais, tal como presenciamos na mídia, das terras afegãs. O que faremos aqui é apresentar alguns senões em relação a outro espaço, não concernente àqueles em que foi preciso empreender uma “mudança de regime”. Trataremos especificamente da situação latino-americana, contexto mais conhecido pelo

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