Por que o mandato de Bolsonaro está por um fio

Bolsonaro em cerimônia pelo Dia da Independência, em Brasília (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A parceria entre a imprensa tradicional e os líderes de partidos de centro, especialmente o PSDB, vem de longa data.

Foi assim no impeachment de Collor e no golpe contra Dilma.

O cenário começa a se desenhar novamente com Bolsonaro.

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Estadão, Folha e Globo, para ficar apenas em três exemplos, estampam a palavra golpe sem cerimônia para definir os rompantes autoritários de Bolsonaro.

Sabemos que isso não é por acaso, afinal não é ao povo humilde e lançado à carestia pelo governo que esse pessoal deve obediência.

Devem obediência ao que eles mesmo convencionaram chamar de mercado. Os donos do dinheiro, que enxergam

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