As fiadoras da ordem 

Fazer análises no calor dos acontecimentos é sempre um desafio: as chances de deixarmos passar variáveis importantes são enormes. Todavia, aceitando o risco, o Sete de Setembro de 2021 será lembrado por muitos anos pela tentativa de Jair Bolsonaro de sair das cordas institucionais e transformar sua força, que não é pequena como muitos julgam, em energia e capacidade de imposição de um regime antidemocrático. O ambiente político-institucional, que já era tenso, entrou na fase do imponderável, quando qualquer vento mais forte pode virar um furacão que abale os precários pilares da democracia brasileira.

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Entre as correntes de ar que podem provocar tal furação, as polícias, sem dúvida, compõem aquela que ganhou contornos dramáticos nas últimas semanas ao constatarmos que parcelas significativas sobretudo de PMs do serviço ativo interagem em ambientes bolsonaristas radicalizados. O risco de essas parcelas serem abduzidas

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