O sete de setembro e o grito de Bolsonaro

Foto: Alan Santos/PR

Nunca um sete de setembro ocupou tanto espaço na imprensa. Pela primeira vez ficou mais importante ficar em casa do que aproveitar o feriado. Ficar, para ver o que vai sobrar depois. Ficar, na dúvida de sair ou não às ruas, vestir preto ou verde e amarelo, se esconder da turba ensandecida ou ser massacrado por ela. Os ecos ruminam falas de ruptura com ruído de motociatas, de ameaças de morte própria ou alheias, o espectro de um golpe. Quanto mais se aproxima o sete de setembro, mais o presidente assume a taxionomia dos tiranos a la Mussolini. O nosso impasse não é só sair ou não sair de casa. Este sete de setembro pode terminar parecido com o seis de janeiro da invasão do

Continue lendo no Observatório da Imprensa.