O sonho desfeito das mulheres afegãs

“Se a comunidade internacional não ouvir nosso apelo e alguns países reconhecem os talibãs, será uma catástrofe”, alerta Farzana. Essa engenheira afegã de 42 anos dedicou sua vida adulta a trabalhar por uma sociedade civil e pelos direitos das mulheres. Agora, vê em perigo tudo pelo que lutou. Incluindo sua vida e a de sua família. Seu caso é um exemplo, entre milhões, das possibilidades que a derrota do regime talibã pelos Estados Unidos abriu para os afegãos em 2001, e que agora eles veem ser irremediavelmente fechadas com os barbudos novamente em Cabul.

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“Será um desastre”. Farzana, de 42 anos, engenheira e ativista social

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— Os maiores avanços dos últimos 20 anos foram a Constituição, a democracia, a liberdade de expressão e de imprensa, o trabalho das mulheres fora de casa, a liberdade de movimentos das mulheres. Tudo

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