O quéchua renasce no Peru

Pilar Revolledo tem 30 anos e é médica residente em um hospital público de um bairro pobre de Lima. Num plantão de fim de semana, uma paciente falante de quéchua, de 86 anos, prestes a ser operada, no entendia termos como amputação, anestesia, via endovenosa. Não se acalmava quando as enfermeiras lhe diziam “manam, manam” (“não, não”, em quéchua). “Ama manchacunckichu” (“não tenha medo”), pediu então a cirurgiã, e a mulher respondeu “añay, mamay” (“obrigado, mamãe”).

Seguir leyendo

Continue lendo no EL PAÍS Brasil.