O assassinato de João Alberto como símbolo da violência racista na América Latina

João Alberto Silveira Freitas foi morto pelo racismo. Dois homens brancos que trabalhavam como seguranças num supermercado de Porto Alegre o asfixiaram. Beto, como era chamado pelos amigos, tinha 40 anos, era pai de quatro filhos (uma menina e três meninos) e morreu como George Floyd, mas não com o joelho de um policial em cima, e sim com os de dois homens que permaneceram por mais de cinco minutos sobre seu corpo atirado no piso. Aconteceu em 19 de novembro passado, na véspera do Dia da Consciência Negra, criado no Brasil justamente para celebrar a resistência dos negros contra a escravidão.

Seguir leyendo

Continue lendo no EL PAÍS Brasil.