A cannabis vai à Olimpíada

Era 2016, e a Olimpíada do Rio se aproximava. Outra oportunidade de participar do maior evento desportivo do mundo, só dali a quatro anos – ou, como sabemos hoje, cinco. Logo, aquelas classificatórias tinham um peso imensurável na vida do maratonista fluminense Daniel Chaves. Aos 28 anos, ele sonhava em participar dos primeiros Jogos de sua carreira. No entanto, por dezenove segundos, o atleta não se classificou, o que serviu de gota d’água para fazê-lo cair em depressão. O quadro se tornou tão agudo que, três anos atrás, Chaves tentou o suicídio. 

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De início, ele buscou ajuda nos remédios de tarja preta. “Não foi legal. Tomar aqueles medicamentos me deixava prostrado, por causa dos efeitos colaterais. Então parei de usá-los, mas não conseguia ficar estável”, relembra o corredor, que conheceu o óleo de canabidiol, também chamado de CBD, em 2018,

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