Documentos da CPI mostram que Guedes foi cúmplice do genocídio

A cúpula da CPI da Pandemia está com documentos que mostram que o Ministério da Economia, sob a tutela de Paulo Guedes, foi cúmplice de Jair Bolsonaro no atraso das negociações com a Pfizer para aquisição de vacinas contra a Covid-19.

De acordo com a Folha, Guedes acatou a ordem de Bolsonaro de negar a compra do imunizante por causa de um dispositivo da farmacêutica para que o comprador pudesse assumir os riscos e custos de eventuais efeitos colaterais.

Alguns emails enviados pelo secretário-executivo adjunto do Ministério da Economia, Miguel Ragone de Mattos, revelam que tanto ele quanto o ministro estavam cientes das discussões das minutas da MP (Medida Provisória) das vacinas. Porém, o braço direito de Guedes afirmou à CPI que o ministério tratou do assunto na fase de sanção.

“A manifestação do Ministério da Economia relativa à referida medida provisória restringiu-se à fase de sanção do


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