Da facada ao soluço

Era o 12o dia em que o presidente Jair Bolsonaro aparecia com um soluço interminável, que atrapalhava seus discursos, sua tradicional live e criava constrangimentos na fala matinal ou noturna no já famoso cercadinho. Tanto apoiadores como opositores do presidente perceberam que havia algo errado com sua saúde.

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Nas redes, o relato era de que Bolsonaro sentia um incômodo grande, com muitas dores. “Gritava de dor.” A primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu que o marido fosse finalmente ao hospital. Era o começo da manhã do dia 14 de julho, e Bolsonaro perderia uma importante reunião com Rodrigo Pacheco, Luiz Fux e Arthur Lira. 

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, vinha tentando apaziguar a tensão entre o presidente e o ministro do STF Luís Roberto Barroso, a quem Bolsonaro atribui a culpa de não ser implantado o voto impresso para

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