Redações em mutação: Covid-19 impulsiona modelo híbrido

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O professor e pesquisador Damian Radcliffe, da Universidade de Oregon (EUA), publicou em fevereiro deste ano uma reportagem no site da Rede de Jornalistas Internacionais (IJNet), na qual resgatou uma previsão de Tom Trewinnard, cofundador e diretor de operações da consultoria de jornalismo digital Fathm, feita ao Nieman Lab: “A crise do coronavírus acabará eventualmente, mas a redação distribuída veio para ficar”. Em seu texto, Radcliffe endossou o prognóstico: “Depois da Covid-19, o grau de uso do home office vai variar de redação para redação, de jornalista para jornalista, mas uma coisa é certa: o gênio saiu da garrafa. A redação distribuída veio para ficar”.

Quando a pandemia de Covid-19 foi decretada, em março de 2020, poucos imaginavam que, decorridos aproximadamente um ano e seis meses, ainda seria tão difícil

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