Sobre hinos e esperança no porvir

Foto: Câmara Municipal da Serra

Nos meus tempos de escola, tínhamos que aprender os hinos do país. E eram muitos. Embora preferisse os “não oficiais” pela leveza e clareza — “Cidade Maravilhosa” e “Aquarela do Brasil”, entre outros —, gostava da “Canção do Expedicionário” pela levada acelerada, que começa “cornetada” e assumia um desenho melodioso, bom de ouvir e cantar: “Por mais terras que eu percorra, não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá…”

As letras vinham na contracapa dos cadernos. Curtia o tom romântico e os versos de amor das primeiras estrofes do “Hino à Bandeira”: “Salve, lindo pendão da esperança, salve símbolo augusto da paz. Tua nobre presença à lembrança, a grandeza da pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra em nosso peito

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