A cada minuto, oito mulheres agredidas

Pesquisa inédita produzida pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que a perda de emprego e renda (25,1%) e a maior convivência com o agressor (21,8%) são os principais pontos destacados por mulheres que sofreram violência nos últimos doze meses como fatores que contribuíram para sua vulnerabilidade à violência. Mais da metade das entrevistadas também afirma que a pandemia influenciou no agravamento da violência sofrida, tragédia anunciada e de proporções nacionais.

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A pesquisa, encomendada junto ao Instituto Datafolha e que contou com apoio da Uber, foi realizada de 10 a 14 de maio e ouviu 2.079 pessoas sobre as mudanças de hábito durante a pandemia e percepções em relação à violência. Ela contou com um módulo de autopreenchimento com questões aplicadas somente às mulheres para verificar a prevalência de violência entre a população adulta feminina. Os resultados indicam que uma

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