A síndrome de Estocolmo

A ressurreição da candidatura desencadeou uma onda de críticas ao petista, notadamente em jornais impressos. As expressivas manifestações em repulsa a Bolsonaro do dia 29 de maio foram minimizadas por opções editoriais incompreensíveis. Exceção feita à “Folha de São Paulo” que deu destaque aos atos. Atacar o adversário mais competitivo contra o capitão e esconder protestos são indicadores da síndrome de Estocolmo, a expressão de empatia pelo agressor

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