Medo de morrer – a Comissão Arns apela para a ONU no caso da chacina do Jacarezinho

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Execução primária, racismo, violência e execução de pessoas de origem africana que sobrevivem na extrema pobreza. Foram essas as denúncias que a Comissão Arns enviou às Nações Unidas para pedir uma investigação independente urgente da chacina do Jacarezinho que deixou 28 ou 29 mortos, embora o governo só considere o termo “execução” no caso do policial morto na ação. Este o retrato que o Brasil tem lá fora, um país de cadáveres, da Covid-19 por displicência, ou do abuso de policiais cobertos pela política genocida. Imagem tétrica que só se agrava com o desrespeito às áreas indígenas protegidas e a todas as 3,5 mil comunidades quilombolas, depois que o presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, revogou a Instrução Normativa de 31 de outubro de 2018, que

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