Um hospício chamado Brasil

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Suspeitar ter dado caruncho no cérebro do presidente Bolsonaro, como alguns têm deixado transparecer em suas críticas e comentários, talvez não seja a melhor maneira de se chegar a uma análise da realidade brasileira. É preciso ter coragem, ir mais longe, pois a crise parece ser mais ampla. O general De Gaulle, com aquele narigão de francês capaz de sentir muito mais além do cheiro, já teria chegado àquela conhecida conclusão, “o Brasil não é um país sério”. E se o mal for ainda pior?

E se os brasileiros, além de não serem sérios (e isso todos nós já sabemos desde a infância), estiverem sofrendo de uma degenerescência coletiva, não diagnosticada, mas grave e altamente transmissível, que deforma a realidade, dificulta a percepção das coisas e nos leva

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