A cobertura da quebra de patentes das vacinas não pode olhar só para o Brasil

Foto: Governo de SP

As patentes das vacinas da Covid-19 voltaram a receber atenção da imprensa brasileira no mês passado, graças a uma série de eventos inter-relacionados. Por exemplo, declarações dadas na Comissão da Covid-19 do Senado no dia 8, uma carta, do dia 13, defendendo a suspensão temporária de barreiras assinada por 243 organizações civis, e, no dia 22, uma nova carta, desta vez assinada por 49 parlamentares do Brasil, apoiando a proposta de suspensão de patentes feita pelos governos da Índia e da África do Sul na OMC, ano passado.

A questão central nessa cobertura jornalística é, obviamente, o debate sobre se as patentes ligadas a essas vacinas devem ou não ser quebradas. Esse é um debate no qual eu, particularmente, tenho uma posição definida de

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