Pazuello vai usar como álibi na CPI da Covid o argumento: “um manda, outro obedece”

Foto: Reprodução YouTube/Jair Bolsonaro (06/08/2020)

Em setembro do ano passado, depois de levar um esculacho público do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter fechado um protocolo de intenção de compra de 46 milhões de vacinas do laboratório chinês Sinovac, que opera no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo, o então ministro da Saúde, general da ativa do Exército Eduardo Pazuello, disse uma frase que desde então tem sido repetida pela imprensa como sinônimo de submissão: “um manda, outro obedece”. Pazuello assumiu o ministério em maio de 2020 substituindo o médico Nelson Teich, que apenas um mês antes havia ocupado o lugar do seu colega Luiz Henrique Mandetta, demitido por Bolsonaro por seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à pandemia da

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