Guedes quer vender patrimônio público para pagar auxílio emergencial

Foto: Marcos Corrêa/PR

Volta e meia surgem candidatos a sucessor do auxílio emergencial. Com a retomada econômica dependendo de uma volta mais vigorosa do mercado de trabalho, e esbarrando em fatores como a própria escalada da pandemia e o ritmo lento da vacinação em massa no país, a pressão por programas de renda é grande. Nesta terça-feira, 4, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender o que chamou de um “programa sustentável reforçado” para substituir o auxílio emergencial.

Após tentativas malsucedidas de se implementar o Renda Brasil, que também foi batizado como Renda Cidadã, o ministro agora avalia usar o dinheiro da venda de estatais para criar um fundo de erradicação da miséria. As sugestões anteriores tinham como escopo a reformulação de gastos sociais, como o abono do PIS e o BPC. “Podemos fazer um plano de quatro, cinco anos, vendemos empresas estatais para um fundo de erradicação

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