Folha chama Bolsonaro de presidente periférico e o compara a um charlatão religioso

Capitão da pá virada

Em seu editorial desta terça-feira, 4, a Folha diz que é preciso recorrer à psicanálise para entender os ressentidos que acompanham um presidente periférico e que lembra um charlatão religioso.

O texto segue dizendo que a administração vai se despedaçando e atraindo excêntricos e oportunistas para seus escombros. E lembra que os partidos do centrão avançam sobre cargos e verbas com a voracidade dos visigodos no último assalto a Roma.

Leia a íntegra do Editorial:

Jair Bolsonaro era um deputado periférico que em circunstância excepcional sagrou-se presidente. A imagem que se firma dele a cada desdobramento da política é a do presidente que se torna periférico.

Como se viu no sábado (1º), ele arrasta para as ruas um séquito assemelhado aos que acompanham os charlatães religiosos. São pessoas ressentidas com os limites que a Constituição de 1988 impõe à tirania, a expor pautas e retalhos de

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