Ele não te prometeu um mar de rosas

Foto: Reprodução/Folha de S.Paulo

No final de fevereiro, alguns dos principais jornais do país divulgaram em suas páginas um informe publicitário com o título “Manifesto pela vida”, de autoria do grupo autointitulado Médicos pela Vida, defendendo o chamado “tratamento precoce” para a Covid-19, usando medicamentos ineficazes contra a doença causada pelo novo coronavírus. No dia 28 do mesmo mês, a ombudsman da Folha de S.Paulo, Flavia Lima, dedicou sua coluna pública ao tópico e criticou a atitude.

Foi uma crítica condenatória e firme, a meu ver, mas alguns viram no texto resignação ou acharam a postura suave. Mesmo sem concordar, quero trazer alguns elementos para reflexão. Primeiramente, vamos recordar o papel do ombudsman. Na Folha, o cargo representa os leitores perante à redação. Recebe reclamação destes e repassa

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