“Precisamos de mais mulheres liderando a ciência”

O sequenciamento genético do novo coronavírus no Brasil foi anunciado em 28 de fevereiro do ano passado, 48 horas após a confirmação do primeiro caso de infecção pelo Sars-CoV-2 no país. A rapidez e o fato de ter sido realizado por uma equipe comandada por mulheres deram ainda maior repercussão ao feito científico. Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, que coordenou o estudo, e sua colega, Jaqueline Goes de Jesus, receberam reconhecimentos variados – batizaram até dois personagens de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. 

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 Desde então, Sabino e seus colaboradores já publicaram três estudos na revista Science mostrando a trajetória do Sars-CoV-2 no país, o surgimento da variante P.1 em Manaus e sua maior transmissibilidade em relação à forma original do vírus. A seguir, a imunologista paulistana de 61

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