Temas recorrentes, tragédias perenes

Programado para encerrar o 26º Festival É Tudo Verdade em 18 de abril, A Última Floresta (2020), de Luiz Bolognesi, redime em certa medida a vertente memorialística predominante das produções brasileiras da mostra competitiva, comentada aqui nas duas colunas precedentes. Antes de ter assistido a seis dos sete concorrentes ao prêmio de Melhor Documentário da Competição Brasileira, o olhar da maioria, com exceção de Alvorada, parecia voltado para o passado na tentativa de recuperar trajetórias de vida e eventos pregressos. Uma vez assistidos os sete filmes em competição e confirmada a tendência geral prevista, no entanto, foi possível identificar dessemelhanças marcantes entre uns e outros, mesmo confirmando a impressão prévia de formarem um conjunto de títulos defasados da tragédia humanitária e das demais crises – econômica, social e política – que o país atravessa.

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Alguns diretores demonstram estar satisfeitos consigo

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