Documentário resgata o infortúnio de peões do tabuleiro da propaganda enganosa da ditadura militar

Personagens dos dois primeiros arrependimentos: Marcos Vinícius Fernandes dos Santos, Massafumi Yoshinaga e Rômulo Augusto Romero. (Foto: Reprodução)

Foi melancólico rever, meio século depois, alguns daqueles jovens esperançosos que estavam ao meu lado no movimento estudantil de 1968 e na luta armada subsequente à assinatura do AI-5, quando o Brasil foi submetido ao terrorismo de Estado sem quaisquer limites.

Refiro-me, claro, à exibição on line, no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, do filme Os arrependidos, que os diretores Armando Antenore e Ricardo Calil realizaram inspirados, principalmente, na dissertação de mestrado de Alessandra Gasparotto, que virou livro em 2011 com o título de O terror renegado.

Dei depoimentos para o trabalho de mestrado e também para o filme (como fiz quase sempre que alguém veio me pedir minha versão e avaliação dos acontecimentos

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