Memória de uma dor sem fim

Em março de 2008, o assassinato da menina Isabella Nardoni, então com 5 anos, comoveu o país. Treze anos depois, outro assassinato infantil, o do menino Henry Borel, de 4 anos, causa comoção parecida. “A morte brutal, os desdobramentos das investigações e a comoção causada na população são muito parecidos e doloridos”, diz a administradora Ana Carolina Oliveira, de 37 anos, mãe de Isabella. Ela traça um paralelo entre a morte da filha e a de Henry. Nos dois casos, a brutalidade se deu dentro de casa, enquanto as crianças estavam sob guarda de quem deveria protegê-las. Isabella Nardoni foi agredida e arremessada da janela do sexto andar do Edifício London, na Zona Norte de São Paulo, no dia 29 de março de 2008. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, foram condenados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual em 27 de março de

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