Combate à corrupção exige democracia

A força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro foi encerrada no último dia 31 de março, mas não considera exaurida a necessidade de que as instituições se debrucem de modo firme sobre o fortalecimento do combate à corrupção. Uma certa melancolia que bate neste momento abre espaço, contudo, para realçarmos algumas conquistas após quase cinco anos de serviços. A estreia da Lava Jato carioca teve seu início com a prisão do ex-governador Sérgio Cabral, em novembro de 2016, quando foi deflagrada a operação Calicute. A partir daí, seguiram-se outras 55 operações, que resultaram em 806 buscas e apreensões, 70 prisões temporárias, 264 prisões preventivas, 894 denunciados e 183 já condenados em primeira instância.

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Essa sequência de operações demonstrou como a corrupção no estado tem laços profundos e ramificados pelas mais diversas áreas de atuação da administração pública, atingindo diferentes graus

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