‘Vacina salva, Bolsonaro não’: protestos marcam o Dia Mundial da Saúde

“As atividades pretendem mobilizar toda a sociedade e reafirmar a saúde como direito”, destaca o presidente do CNS, Fernando Pigatto – Reprodução

Originalmente publicado em REDE BRASIL ATUAL

Neste Dia Mundial da Saúde (7), movimentos sociais, sindicatos e profissionais da área organizaram protestos em pelo menos 12 estados contra a inoperância do governo de Jair Bolsonaro à frente da pandemia. Com atos simbólicos, tuitaço e mais de 50 manifestações presenciais, as mobilizações também reforçaram que a saída da crise sanitária depende do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e cobraram um plano de vacinação pública, gratuita e em massa contra a covid-19.

Considerado o Dia Mundial da Saúde “mais triste da história“, a data é lembrada pelo luto diante das 337 mil vidas perdidas desde o início da pandemia, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em boletim da terça-feira (6). Assim como pela derrota sofrida pelo SUS às vésperas da

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