Onde está nossa verdade?

Mesmo sem ter assistido ainda a seis dos sete filmes brasileiros selecionados para a mostra competitiva do 26º Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, há um traço que parece comum a todos – a ausência de menção à tragédia sanitária, socioeconômica e política em curso no país.

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Seria esperar demais que, nesse conjunto de filmes em competição, a partir de amanhã, 8 de abril, houvesse algum que abordasse a situação imposta pela pandemia? Em certo sentido, sim, seria descabido. Por outro lado, a ausência de temas sintonizados com a atualidade é indício de uma fragilidade do cinema documentário brasileiro que merece registro – a dificuldade de representar com presteza a crise mais grave do nosso tempo. Isso, feita a ressalva de que filmes sobre o que vem ocorrendo podem ter sido inscritos no Festival sem terem sido selecionados.

É possível

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