Os acionistas do Brasil: entre o risco e a recompensa

Foto: Diego Grandi/Shutterstock

O Brasil dos poderosos e dos grandes investidores estrangeiros, diante do pouco tempo para as eleições presidenciais de 2022, tem se questionado. O país encontra-se em uma tripla turbulência, brutal e destrutiva, de ordem econômica, sanitária e social. O cheque em branco que deram ao candidato presidencial de extrema-direita, em 2018, Jair Bolsonaro, inicialmente, funcionou bem. O ex-capitão foi eleito. O PT e o seu candidato de última hora, Fernando Haddad, foram derrotados. O antigo presidente, fundador do PT, Lula, foi encarcerado, algumas semanas antes do prazo, após uma condenação humilhante e moralmente devastadora. Empresas, mídias, redes comerciais de vendas, parte do aparelho jurídico, igrejas evangélicas e as forças armadas, reunindo suas forças, pouparam Jair Bolsonaro, um candidato sem programa ou capacidade discursiva, do ‘sofrimento’ de participar

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