Jornalismo cercado ou cerceado, eis a questão

O relatório State of Hate 2021 divulgado em março deste ano na capital britânica pela organização Hope not Hate aponta que movimentos de extrema-direita pelo mundo têm usado ativistas que supostamente atuam como jornalistas “cidadãos” para promover e ampliar ataques aos profissionais de imprensa. Consta do documento dados de uma pesquisa realizada pela jornalista Samantha Harman, editora do Newsquest Oxfordshire, a respeito de abuso online relacionado ao trabalho de profissionais dos meios de comunicação regionais em que 89% deles já foram assediados pelo Facebook, 80% em seus próprios sites e 67% no Twitter. Entre os casos recentes destacados pelo relatório está o ocorrido em fevereiro deste ano quando pichações sinistras apareceram em vários locais ao leste de Belfast, capital da Irlanda do Norte, envolvendo o nome da premiada repórter policial Patricia Devlin ao lado de uma cruz.

Do Reino Unido ao Brasil, ao se observar o Levantamento produzido pela organização

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